Dificuldade probatória complica situação de Lula no processo

A dificuldade probatória que Lula impôs ao processo da Lava Jato, numa atitude de forte desrespeito e desprezo aos inquisidores, poderá levar ao julgador, como única opção, a decidir contrariamente aos autos, no sentido de impor a pena necessária aos crimes praticados pelo molusco de Garanhuns, a qual todo homem de bem da nação anseia ardentemente, cumprindo o seu papel, obtendo a vitória final nessa sagaz cruzada contras as forças petistas do mal.

Ao não propiciar provas, nem materiais e nem testemunhais, Lula mostrou seu escárnio com a operação Lava Jato, complicando por demais a sua situação e deixando patente a sua culpa, uma vez que não se pode prová-la, à luz da justiça, mas se esqueceu da fé e da convicção dos audazes procuradores federais, que incansavelmente lutaram para condená-lo de todas as formas, não se atendo às meras formalidades legais ou processuais, se desviando de todas as insinuações ou ilações vãs contra Aécio Neves ou outros tucanos, contra os quais nada foi provado, para centrarem fogo no petista maior, este sim chefe de toda a corrupção, conforme ficou cabalmente demostrado no powerpoint acusatório, indefensável para os causídicos lulistas.

Isento e imparcial, Sérgio Moro entrará para a história por ter feito a justiça dos homens bons

De maneira igualmente brilhante agiu o juiz Sérgio Moro, ao refutar as tentativas bolchevistas de Eduardo Cunha de envolver criminosamente o legítimo mandatário do país, o nobre Presidente Michel Temer, filho do G.’.A.’.D.’.U.’., assim como nós,  ao sentenciar:

A pretexto de instruir a ação penal, Eduardo Cosentino da Cunha apresentou  vários quesitos dirigidos ao Exmo. Sr. presidente da Republica que nada diziam respeito ao caso concreto”,“tais quesitos, absolutamente estranhos ao objeto da ação penal, tinham por motivo óbvio constranger”o presidente

E assim, agiu corretamente, protegendo o presidente da sanha acusatória indevida, uma vez que ele é um de nós, posto na cadeira de presidente, e merece todo o nosso respeito e também o nosso apoio, visto que contra ele não pesa nada, nem agora e nem antes, ao contrário do que acontece com Lula.

Isto posto, a sensação maior é de que a justiça será feita, mesmo sem provas, pois o domínio do fato assim impõe, uma vez que não se trata de um julgamento tradicional, comum, desses que acontecem nos tribunaizinhos do país, mas sim um Julgamento de Curitiba, cujo juiz entrará para história como um dos maiores serviçais da justiça dos homens bons da nação. Alvíssaras!

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Comentários

24 Comentários para “Dificuldade probatória complica situação de Lula no processo

  1. Coronel Lalado
    6 de junho de 2017 em 13:07

    Abençoado prophessor Grão Mestre e Doutor D’Almeida Prado, victoriosa torcida 7×1 com phorça, patamarelos, paneleiros, cidadãos de bem que perderam o corrupto de estimação por corrupção,

    Estive lendo comentários sobre as considerações phenaes produzidas pelas cabeças ethicas, porém pensantes, dos rapazes de curitiba. O domínio do phacto, cláusula pétrea da constituição, phoe invocada com elegância: “Uma condenação pode legitimamente ter por base prova indiciária no lugar de uma prova cabal”. Para isso, basta “produzir convicção para além da dúvida razoável…” !!

    Não se trata de jurisprudência de última hora, cita-se o texto de hum magistrado que phaz a diferença, o moderador despte síptio Doutor Mouro. Por ser moderador do síptio trata-se pessoa suprapartidária e apolíptica, portanto, isento. Taobém são citados processos onde a norma do domínio dos phactos se phirmou:

    “O próprio entendimento segundo ‘o qual não é exigida prova cabal’ do crime antecedente da lavagem de dinheiro, que foi externado exemplificativamente nas apelações criminais pelo TRF4, citadas por Moro, indica a assunção da necessária flexibilização de standard dentro dos limites permitidos pelo modelo beyond a reasonable doubt.” Observe a construção em latim. Perfeito.

    Resta provado quais são os limites permitidos, portanto demarcados, pelo modelo beyond a reasonable doubt. Hum zeninguém como o novededos, sem diploma e sem educação acharia, do alpto de sua, dele, ignorãncia, que isto é hum cagaregra obrando, mas a isto chamamos jurisprudência senhores.

    • Coronel Lalado
      6 de junho de 2017 em 13:10

      Estamos vivendo um momento impar, os herdeiros, os baixinhos da Xuxa entrando na idade adulta, Batman, os power rangers e o japonêz da phederal estão phazendo história, em quadrinhos, mas história.

  2. emerson57
    5 de junho de 2017 em 17:52
  3. Pedro
    5 de junho de 2017 em 11:55

    No Brasil ao contrário do EUA a quem acusa cabe provar a culpa se não tem prova não tem crime logo In Dúbio pro Réu na duvida absolve o Réu. Deixa que o Povo julgue na eleição próxima pesquisa aponta vitória dele no primeiro turno com 60 por cento dos votos válidos .

    • emerson57
      5 de junho de 2017 em 18:17

      Dr. Pedro,
      O polvo se quiser julgar que passe no concurso para juiz.
      Lula é kulpado, deu (epa!) na veja, e o Bonner tómem phalou.
      E não nos venha com mimimis.

    • Prof. Julio Caezar Phregguezia
      5 de junho de 2017 em 21:21

      Dom Pedro!
      De acôrdo com a literatura do amplo Domínio do Phacto, combinado com as conclusões celebradas pelos ilustres Schollars Dr. Powerr e o Nobre Tribuno Põynt, resta-nos dizer que tem cúpa ele sim.

  4. Ricardo Fabri Filho
    5 de junho de 2017 em 10:10

    “Deputado federal Paulo Pimenta utilizou sua conta no Facebook para criar o neologismo relacionado ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato e autor do powerpoint contra o ex-presidente Lula; “DALANHAR: ato de acusar sem provas, tentar condenar por convicção; ato de misturar fatos com crenças. ‘provar é argumentar’; fé como prova, sinônimo de acusação autoritária, perseguição, ‘julgar é um ato de fé’ – vou enviar como sugestão para o Aurélio”, ironizou o deputado”.

    Com toda certeza o Dr.Professor Prado está “Dalanhando”.

    Sds,RFF

  5. Ricardo Fabri Filho
    4 de junho de 2017 em 21:51

    Boas noites a todos os participantes.

    Este texto do Dr. Professor Prado é confuso e marcado pela dubiedade.

    Oras! Se não existem provas concretas contra o Dr. Honoris Causa Pres. Lula, porque ele tem que ser culpado pela justiça não as terem obtido?

    O Dr. Presidente teve sua vida e de sua familia vasculhada de forma severa e muitas vezes ao arrepio da lei e das garantias individuais.

    Agora ele é culpado por ser inocente?

    Sds, RFF

    • Hilário Phabriceo
      5 de junho de 2017 em 15:56

      Prezado RFF
      O molusco é acusado de ocultação de patrimônio. Logicamente, o patrimônio oculto não está no nome do pai do dono da freeboy, logo ele é culpado. Simples assim.

      • Ricardo Fabri Filho
        5 de junho de 2017 em 22:50

        Oras Dr. Phabricio, o MPF deve então ser acusado por ocultação de provas!

        Sds, RFF

  6. Andrej Vichinsky
    4 de junho de 2017 em 21:37

    Nenhum outro comentarista aqui possui as minhas qualificações para falar sobre crimes e provas. Consegui condenar todos os cães raivosos, as provas, bem, as provas não são necessárias. Isto já demonstrei há 80 anos, porém, lembro-me como se fosse ontem, ainda mais com tudo que acompanho diariamente. São tantas semelhanças que é impossível não fechar os olhos e ouvir novamente as sentenças: culpado, culpado, culpado, culpado… culpados até o infinito e… além.
    Da minha época a grande frustração que guardo e não ter dividido o mesmo tribunal com o meritíssimo Roland Freisler, o grande juiz alemão, que a todos condenava guiado apenas pela convicção.

  7. emerson57
    4 de junho de 2017 em 21:08

    Treme é um funcionário:

    • emerson57
      4 de junho de 2017 em 21:09

      aos 22 minutos.

      • Professor Hariovaldo
        4 de junho de 2017 em 21:21
        • emerson57
          5 de junho de 2017 em 9:34

          Tio Hari,
          V. sapiência nos ofusca! Sempre precisa e concisa.
          Se “Volta Dilma” está diphicil,
          Hariovaldo é o caminho.

        • Ali Borges
          5 de junho de 2017 em 18:07

          “Professor” Hariovaldo, o senhor sim é um Molusco. De onde você saiu?

          • Ricardo Fabri Filho
            6 de junho de 2017 em 7:58

            Dr. Ali, é preciso pela boa norma que se respeite os titulos acadêmicos dos ilustres, não se chama de “você” um Dr. Professor, ao adentrar a casa de outrem é nescessario respeito.

            Sds, RFF

  8. Heidi Maria
    4 de junho de 2017 em 20:56

    Mestre,

    Quem inventou o fascismo foi Mussolini e o MPF só o esta aperfeiçoando. Lula precisa vender seu tetraplex é investir num diplominha de direito no interior do Parana é mudar seu sobrenome para Luloro ou Lulaghol e aí será aceito pelos patos, patinhos, patões e até tucanos.

    • Ricardo Fabri Filho
      6 de junho de 2017 em 8:04

      Me permita discordar Dra. Maria assim seja!, ele já é Dr. Honoris Causa titulado por vários dos mais prestigiados centros acadêmicos do mundo, não precisa de “diplominha”de bacharel nenhum.

      Sds, RFF

  9. Coronel Lalado
    4 de junho de 2017 em 19:29

    Abençoado prophessor Grão Mestre e Doutor D’Almeida Prado, victoriosa torcida 7×1, demaes poodles que, pelos percalços da vida, se viram sem corruptos d’estimação,

    Prophessor é jurisprudência phirmada da constituição curitibana, phalcta de provas é obstrução da justiça !!

    • Vivi
      4 de junho de 2017 em 19:48

      Que susto, coronel!
      Li “fralda de provas!” É tudo pheito para nos cãophundir!

  10. Prof. Julio Caezar Phregguezia
    4 de junho de 2017 em 18:34

    Humph! À lux das sagradas e irrephutáveis lêtras da lei curitibana, o apedêhuta deve ser condenado, visto que neste sancto tribunal, e para o elemento em questão, a prova sempre cabe ao réo, algo aliás que deveria se estender aos demais sanctos ophíccios do paiz sempre que os réos phorem sêres de novededos, gentios selvagens, bloggueiros sujos, ou a probalhada em geral. Ressaltando porém, que de acôrdo com a págg. 0001, art. 0007, alínnea 0001 do Código de Direito Curitibânnico, môças de bem, casadas com homens de bens estão livres e soltas para gastar o dinheiro de contas do bem em lojas do bem.
    E phinalmente vamos entohar o gloriôzo hino da (REBOCÚ) República dos Bons de Curitiba

    • emerson57
      5 de junho de 2017 em 9:44

      Doutor Phreg,
      Eu ouvi e gosti !
      ……………
      Mouro numa senuca de bico, tem que kondenar. Pela lei pouerpointica Dalanhol, versiculo 1º, estrophe 5ª , o molusco é kulpado!
      Além dos mais, os plimplínicos Marcellus Joesleys Marinhus não teriam derrubado a Diuma à toa!
      Apita ae juiz mouro que a casa é nossa e a gloryosa peeme agarantche!

  11. Rever O. Freven
    4 de junho de 2017 em 18:14

    Sim, Prof. Dr. Almeida !
    Esse metalúrgico que já foi preso durante o glorioso período militar, voltará para as grades,
    agora na democracia judiciária.
    Tem prova sim – a barriga do cisne branco do pedalinho recheada com 450 quilos de
    cocaína que os federais capitães do mato acharam.
    Não vejo a hora de ouvir a declaração do molusco com roupa listrada – ” Moro na cadeia” !

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